sexta-feira, 19 de março de 2010

Eu gosto da chuva.


O barulho da água tocando chão me acalma, o tempo mais frio, embora tão gélido, me transparece acolhedor. Talvez seja a relação humana com a água, que me vem desde quando ainda nem respirava, no ventre materno, onde envolto em liquido eu residia, tranquilo. Sinto falta dessa tranquilidade, parece, que quanto mais a gente cresce, menos a gente evolui, porque se fôssemos tão evoluídos como dizemos ser, não teríamos tantas preocupações, e aproveitaríamos o que temos de melhor, a vida, tranquilamente, como um banho de chuva. Assim, o tempo, vilão atual, tornaríamos um aliado, e não haveria mais medo em perde-lo, porque perder tempo seria diversão sem consequências, sem medo de tudo que está programado, que nem foi você mesmo quem programou. É, talvez eu sinta falta disso. Liberdade. E olha que estou apenas iniciando o que chamam de vida adulta. E talvez ainda tenha muita coisa por vir, uma liberdade velada, hipócrita, ou a liberdade que todos almejam. Mas será mesmo que conseguiríamos ser livres estando juntos? Essa é uma das perguntas que me faço em busca de respostas, e acabo achando que liberdade está em sermos independentes. E me retorno a mesma pergunta de sempre, podemos ser livres, sozinhos? E a única resposta, talvez um tanto confusa, que me vem a cabeça, é que talvez a verdade, esteja lá fora. Na chuva.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Dá uma olhada:


Tô aqui trazendo pra vocês leitores do blog, um outro blog super interessante, fala sobre diversos assuntos, trazendo bastante humor e dicas pra vocês leitores. O nome do Blog é Insanidades Diária, dá uma olhada: http://insanidadesdiaria.blogspot.com/

Espero que gostem! Eu gostei. ;D

domingo, 31 de janeiro de 2010

Palavras.


O que eu mas gosto nas palavras,
são suas possibilidades infinitas.
E por meio de suas asas,
eu voo sentindo a brisa.

Sinto o sol no meu rosto,
sinto a chuva na língua.
E até sinto seu gosto,
lendo aquela rima.

Fico cada vez mais perto,
perto de tudo que quero.
mas quando desperto,
percebo um mundo não tão belo.

Que triste realidade,
fugindo de "tudo que existe".
Preferindo a surrealidade,
a este mundo triste.

As palavras me trazem alegria,
sentimentos, emoções.
Esquecendo sofrimentos do dia-a-dia,
e reavivando corações.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Sem rima, sem rotina, sem sentido.

Tenho todo o glamour, só não a beleza
Tenho toda a vontade, mas onde está mesmo a tesoura?
Dane-se, dane-se, dane-se.

Sabe onde está o segredo agora?
Loucura.
Sabe mesmo?
Você não sabe nada, não há nada.

Sinto um vazio no peito.
Me traga um copo de vinho, preciso de algo pra me aquecer. Ajuda a fingir que não há buraco algum no meu peito. E buscando a identidade, me perco.

Sinto, é como se mesmo com minha incrivel capacidade de montar quebra cabeças, eu, não conseguisse nem montar minha personalidade, ao tempo que isso me torna diferente. Atitudes sutis, indecência, decadência, orgulho, bondade, variabilidade, inutilidade. Desconexo, mas ainda assim, eu. Em plena mutação.

E só agora está claro. O segredo, esta em ser o mesmo, tão estranho, mas tão completamente normal, porque é disso que se forma a personalidade, de pluralidade, um conjunto de eus, em mim. Assim, eu descubro que na verdade sou, incompreensível.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A ponte.


Precisa-se de uma ponte. Uma ponte para um mundo mais feliz, sem violência, sem dor. Que infelizmente não parece existir, mas, ainda assim eu tenho esperança, de um dia poder melhorar o mundo, de me tornar alguém que faz, não só que fala, ou ainda que fale, porém o faz de uma forma tão intensa e verdadeira, que não muda só o mundo, mas também o coração dos Homens. E se nada disso der certo, ainda teremos a ponte, e poderemos por ela escapar para um novo mundo, ou um lugar que não existe, depende somente do que você crê.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Animem-se!


Que sensação estranha, não me sinto mais em lugar nenhum.
É algo excepcional, que nos trás um brilho como pedra ingre aos olhos
e você flutua, dança, energiza-se, e contagia a todos como um vírus
que é arremessado no ar, como confetes no Carnaval dos anos 50

A intensidade dessa "coisa" te deixa travesso.
E você dá uma rasteira na dor, e manda ela dar uma gingada
e no meio desse sonho festeiro, entre hormônios e adrenalina
você percebe que essa "doença" que a todos contagia,
é nada menos nada mais, que a tão desejada alegria!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Um poema pra esquecer...

Esquecer a dor
Esquecer o tédio
Destruir o ardor
Tomar um remédio

Esquecer os problemas
só quero que esqueça
São só coisas pequenas
Perto das de maior grandeza

Como sua vida
E sua felicidade
Não importa o que te digam
Em você está a verdade

Esqueça o que não te faz bem
Esqueça a tristeza
Esqueça o que não lhe convém
E viva como deve ser, afinal, você não deve nada a ninguém.