sábado, 29 de maio de 2010

Triste, porém muito belo.


Draw with Me (Desenhe Comigo) é o nome desta bela animação criada por Mike Inel, sobre duas personagens que vivem separados por uma espécie de vidro indestrutível e resolvem se comunicar através de desenhos. O autor dedica esta linda história de amor, a uma amiga da qual ele não revela a identidade.

Achei no: Cambalacho.

Luz



Essa luz que me ilumina
Essa luz que me fascina
É a luz dos olhos teus

Vem me buscar
Me leva para casa
Quero te amar
E te deixar sem graça...

Vem comigo
Quero curtir um luau com você
Não posso mais esperar
E não quero te esquecer.

(Matheus Vianna, pequeno poema encontrado numa agenda antiga de uma criança estranha.)


sábado, 17 de abril de 2010

Contos de um Narciso moderno.


Minha beleza definha no tédio, meu corpo já não é mais o mesmo, o brilho da minha pele, pode até continuar lá, mas o dos meus olhos já se foi a tempos. Me sinto obrigado a fazer o que não quero, e na tentativa desesperada de fugir, me perco, e como se não fosse o bastante, minhas distrações são levadas pela inveja, que depois de me castigar foge e me deixa só, sem nada, nem ao menos dignidade. E nesse contraste de beleza e tristeza, definho, perco a vontade de tentar, e não tenho coragem de fazer, então espero. Espero apenas o tempo resolver, porque já nem ligo mais, já cansei demais e se for para ser assim, então, que fique para história.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Sabe da última?


Porque será que as pessoas nunca se contentam em viver em paz? Sempre tem uma briguinha ali, uma fofoquinha aqui. É sempre assim, seja trabalho escola e até mesmo família, sempre existem aquelas pessoas que estão sempre prontas para uma picuinha. E as fofocas? O que é pior é que as vezes gente mesmo gosta de ouvi-las e fazê-las. Acho que comentários sobre outras pessoas, desde que não sejam maldosos ou infundados, até servem para passar o tempo, mas sempre devemos saber o limite, afinal, palavras magoam. E outra, uma coisa é ter intimidade de quem você está falando, pior é nem conhecer e falar por maldade. Acho que a gente só pode falar a partir do momento que temos liberdade para isso, você gostaria que um completo desconhecido falasse mal de você? Acho que não.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Eu gosto da chuva.


O barulho da água tocando chão me acalma, o tempo mais frio, embora tão gélido, me transparece acolhedor. Talvez seja a relação humana com a água, que me vem desde quando ainda nem respirava, no ventre materno, onde envolto em liquido eu residia, tranquilo. Sinto falta dessa tranquilidade, parece, que quanto mais a gente cresce, menos a gente evolui, porque se fôssemos tão evoluídos como dizemos ser, não teríamos tantas preocupações, e aproveitaríamos o que temos de melhor, a vida, tranquilamente, como um banho de chuva. Assim, o tempo, vilão atual, tornaríamos um aliado, e não haveria mais medo em perde-lo, porque perder tempo seria diversão sem consequências, sem medo de tudo que está programado, que nem foi você mesmo quem programou. É, talvez eu sinta falta disso. Liberdade. E olha que estou apenas iniciando o que chamam de vida adulta. E talvez ainda tenha muita coisa por vir, uma liberdade velada, hipócrita, ou a liberdade que todos almejam. Mas será mesmo que conseguiríamos ser livres estando juntos? Essa é uma das perguntas que me faço em busca de respostas, e acabo achando que liberdade está em sermos independentes. E me retorno a mesma pergunta de sempre, podemos ser livres, sozinhos? E a única resposta, talvez um tanto confusa, que me vem a cabeça, é que talvez a verdade, esteja lá fora. Na chuva.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Dá uma olhada:


Tô aqui trazendo pra vocês leitores do blog, um outro blog super interessante, fala sobre diversos assuntos, trazendo bastante humor e dicas pra vocês leitores. O nome do Blog é Insanidades Diária, dá uma olhada: http://insanidadesdiaria.blogspot.com/

Espero que gostem! Eu gostei. ;D

domingo, 31 de janeiro de 2010

Palavras.


O que eu mas gosto nas palavras,
são suas possibilidades infinitas.
E por meio de suas asas,
eu voo sentindo a brisa.

Sinto o sol no meu rosto,
sinto a chuva na língua.
E até sinto seu gosto,
lendo aquela rima.

Fico cada vez mais perto,
perto de tudo que quero.
mas quando desperto,
percebo um mundo não tão belo.

Que triste realidade,
fugindo de "tudo que existe".
Preferindo a surrealidade,
a este mundo triste.

As palavras me trazem alegria,
sentimentos, emoções.
Esquecendo sofrimentos do dia-a-dia,
e reavivando corações.